Estudo do Fórum Econômico Mundial destaca as 15 profissões que moldarão o mercado de trabalho nos próximos anos.
O mercado de trabalho está se transformando rapidamente, impulsionado pela digitalização e pela transição para uma economia mais sustentável.Um estudo do Fórum Econômico Mundial destacou 15 profissões que estarão no centro dessa mudança nos próximos anos, refletindo o avanço das tecnologias e a demanda por soluções inovadoras.
Essas carreiras moldarão indústrias e prioridades globais, exigindo dos profissionais adaptação e constante aprendizado.Especialistas em inteligência artificial (IA) e aprendizado de máquina lideram a lista, desenvolvendo algoritmos que otimizam processos e criam produtos inovadores.
Cientistas de dados e especialistas em Big Data seguem como indispensáveis, devido à crescente necessidade de interpretar grandes volumes de informações para orientar decisões empresariais e governamentais.
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Outro destaque são os analistas de segurança digital, que assumem papel estratégico para proteger sistemas e dados em um cenário de aumento das ameaças cibernéticas.
Outras profissões em ascensão incluem especialistas em marketing digital, transformação digital e blockchain, além de profissionais que desenvolvem tecnologias emergentes, como Internet das Coisas (IoT), computação em nuvem e realidades aumentada e virtual. Confira as 15 profissões em alta:
ESPECIALISTA EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E APRENDIZADO DE MÁQUINA
Cientista de Dados
Especialista em Big Data
Analista de Segurança da Informação
Desenvolvedor de Software e Aplicativos
Especialista em Internet das Coisas (IoT)
Especialista em Blockchain
Engenheiro de Robótica
Especialista em Computação em Nuvem
Especialista em Marketing Digital e Estratégia
Especialista em ESG (Ambiental, Social e Governança)
Especialista em Realidade Aumentada (AR) e Realidade Virtual (VR)
Analista de Pesquisa de Mercado e Estratégias
Especialista em Transformação Digital
Engenheiro de Sustentabilidade
O estudo alerta que cerca de 39% das habilidades atuais precisarão ser transformadas até 2030, evidenciando a importância de requalificação profissional.
Globalmente, 78% dos trabalhadores já buscam aprendizado oferecido por seus empregadores, marcando uma mudança significativa na relação entre empresas e funcionários.
No Brasil, 53% das empresas priorizam habilidades tecnológicas em seus planos de requalificação, destacando competências como pensamento analítico, resiliência, alfabetização digital e liderança.
Entretanto, o país ainda enfrenta desafios, como a escassez de formação em áreas STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática) e a infraestrutura educacional limitada.
Hugo Tadeu, diretor da Fundação Dom Cabral, ressalta a necessidade de um plano conjunto entre governo e empresas para preparar a força de trabalho.“Sem qualificação, corremos o risco de substituir trabalho humano por máquinas de forma insustentável”, alerta o especialista.
Com os países de baixa renda representando 59% da população mundial em idade ativa até 2050, a lacuna na educação e na formação pode impactar a produtividade global.
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As profissões destacadas pelo estudo reforçam que o sucesso no mercado de trabalho do futuro dependerá da adaptação às novas demandas e do investimento em capacitação, garantindo competitividade e crescimento sustentável.