A cantora Ella Viana voltou a falar sobre a cirurgia de redesignação sexual, mais conhecida como "mudança de sexo", que ela fez rece
A cantora Ella Viana voltou a falar sobre a cirurgia de redesignação sexual, mais conhecida como "mudança de sexo", que ela fez recentemente. Famosa desde criança como Jotta A, calouro gospel do programa Raul Gil, a artista, de 27 anos, fez um vídeo seu canal no YouTube nesta sexta, 17, para responder perguntas dos fãs e revelou que pretende se casar virgem e na igreja:
"Vai perecer estranho, não sei como as pessoas vão levar em conta o que eu vou falar, mas eu sonho em me casar virgem, na igreja de véu e grinalda. Entregar minha pureza, a minha virgindade, somente ao meu esposo. Muitas pessoas podem me julgar, mas esse é o meu sonho".
Ella, que iniciou a transição de gênero em 2022, também falou sobre o maior desafio após a cirurgia de redesignação sexual. "Depois que você faz a cirurgia, tem que fazer uma dilatação duas vezes ao dia", explicou ela, segurando um vibrador.
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Em fevereiro do ano passado, ela mudou seu nome no registro civil, passando a se chamar Ella Viana de Holanda. Um mês após mudar o gênero e nome, a artista se submeteu a uma cirurgia de feminização, realizando procedimentos para contorno dos ossos, recontorno da testa e intervenções no nariz, além de colocar próteses de silicone nos seios.
Em dezembro, Ella postou um vídeo em espanhol em seu canal no YouTube, dando detalhes sobre a cirurgia de redesignação sexual, processo pelo qual uma pessoa muda fisicamente para que seu corpo corresponda ao gênero com o qual se identifica.
"Estou emocionada em compartilhar com vocês esse sonho realizado", disse Ella, que está no pós-operatório. A cirurgia foi realizada em uma clínica em Santa Catarina.
A cantora abriu uma caixinha de perguntas no Instagram e respondeu sobre a cirurgia.
"Desde criança, eu sofria por não reconhecer o meu corpo. Mas só na fase adulta eu tive acompanhamento com um psicólogo e psiquiatra que me atestaram com disforia de gênero, e então eu pude saber sobre a cirurgia. Vale ressaltar que nem todas trans precisam fazer a cirurgia, somente as que tem disforia de gênero assim como eu tinha", disse.
Em outra postagem, ela relata a reação da mãe e da irmã ao ver o resultado da cirurgia:
"Muita gente ainda desconhece sobre essa cirurgia, e a reação de surpresa ainda é grande. Assim como foi com a minha mãe e irmã quandoviram".
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Fotos: Reprodução
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Ella também explicou o motivo de estar compartilhando algo tão íntimo: "Porque apesar de estarmos no século XXI . Ainda existe muita desinformação. Eu, por exemplo, se tivesse informações na infância teria evitado tardar esse processo de reconexão com quem eu sempre fui. Hoje você pode ter acesso a essa cirurgia (apesar da grande fila) através do SUS, por exemplo. Essa cirurgia não é uma cirurgia plástica. É uma cirurgia de reconstrução de identidades. Algo que vale a pena compartilhar para que outras pessoas que sonham com isso, tenham acesso à informação".
Fonte: Extra