MMA divulgou série de medidas para combate ao fogo em 2025, entre elas o aumento de 25% no número de brigadistas
O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) anunciou, um série de medidas de prevenção e combate ao fogo para a temporada de queimadas de 2025. A principal delas foi a assinatura de uma portaria que estabelece estado de emergência ambiental em áreas vulneráveis a incêndios.
Com a portaria – assinada em antecipação ao período de maior estiagem nos biomas brasileiros – estados, municípios e o governo federal poderão contratar brigadistas e orientar ações preventivas antecipadamente, com base em dados climáticos e a evolução de risco de fogo.
A estratégia do governo para 2025 é o planejamento de ações por fases, ao longo do ano e para as diferentes regiões do Brasil, considerando a evolução do clima e risco de queimadas.
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Para programar as ações, o Brasil foi dividido em 23 mesoregiões e, em cada uma delas, foram mapeados os meses mais críticos para o fogo e as ações de mobilização necessárias para combatê-lo, quando e se caso surgirem.
Ao todo, o governo pretende mobilizar 4.608 profissionais, sendo 4.358 brigadistas florestais federais e 250 servidores efetivos. O número representa um aumento de 25% em relação a 2024.

Foto: Reprodução
Além disso, o governo federal anunciou que, este ano, serão disponibilizados para as ações de prevenção e combate 15 helicópteros, 10 aviões de lançamento de água, 2 aviões de transporte, 340 caminhonetes operacionais, 199 veículos especializados e 50 embarcações.Apesar do aumento do efetivo e da estrutura operacional, a integração entre as ações do governo federal e as dos estados e municipíos continiua sendo o principal gargalo. Para contornar este problema, o diretor do Ibama, Rodrigo Agostinho, afirmou que uma estratégia integrada está sendo formatada.
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“Ideia é que a estratégia seja integrada. Estamos trabalhando de forma muito intensa a integração com órgãos ambientais. Ibama e ICMBio atua em áreas federais, mais fogo não tem dono. Agimos em áreas fora da competência legal porque o patrimônio precisa ser preservado”, disse.
Fonte: O Eco