Muitos informais contribuem para a Previdência, mas outros não, e isso tem sido um problema pessoal e público
A questão é que o mercado informal arma uma bomba de efeito retardado, que será acionada no futuro. Afinal, chegará a hora em que essas pessoas vão querer se aposentar e sem recursos suficientes para arcar com as suas despesas na velhice, quando a capacidade de trabalho reduz.
Muitos informais contribuem para a Previdência, mas outros não, e isso tem sido um problema pessoal e público. Pessoal pela queda do padrão de vida ao fim do período laboral, público pelo subfinanciamento da Previdência.
Há quem, realmente, prefira trabalhar na informalidade, na busca de uma vida mais livre, sem as regras e horários exigidos por empregos formais e com chance de melhor renda e isso, de fato, se realiza.
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Muitos brasileiros que estão na informalidade, no entanto, gostariam de ter mais proteção, mas entram num mercado de trabalho que em muitas áreas se precarizou e não têm essa chance.
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Há empresários que não querem gastar com o custo do embutido no trabalho formal, que é alto realmente, e assim vêm sendo criadas formas de trabalho que ficam nas franjas da lei e que produzem precariedade, exigindo jornadas longas e pouco ou nenhum benefício.
Fonte: BBC