A pesquisa revelou relação entre a capacidade de sentir e interpretar sinais do próprio corpo com orgasmos mais frequentes e satisfatórios
A conexão entre mente e corpo pode ser o “segredo” para mulheres terem orgasmos frequentes e satisfatórios. Essa foi a conclusão de um estudo, liderado por pesquisadores da Universidade de Essex, no Reino Unido, que descobriram que as mulheres atingem o clímax com mais frequência se tiverem altos níveis de um sentido conhecido como interocepção.
A pesquisa, publicada em dezembro do ano passado na Brain Sciences, explora como mulheres que estão em sintonia com os sinais internos de seus corpos tendem a experimentar mais orgasmos. Interocepção é definida, então, como a capacidade de sentir e interpretar sinais de dentro do seu próprio corpo, como frequência cardíaca, respiração, fome e dor.
Megan Klabunde, do departamento de Psicologia da Universidade de Essex e uma das autoras do estudo, disse ao Daily Mail que “focar apenas na disfunção orgástica em mulheres é um problema porque há poucas pesquisas demonstrando o processo normal do orgasmo para mulheres, muito menos demonstrando maneiras para as mulheres enriquecerem seus orgasmos.”
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Para chegar ao resultado, os pesquisadores utilizaram 318 experiências de orgasmo autorrelatadas por mulheres durante atividades sexuais solo e em parceria. Para isso, elas preencheram questionários detalhados nos quais foram questionadas sobre sua capacidade de perceber e responder a várias sensações corporais, bem como frequência de orgasmo e níveis de satisfação.

Além disso, as participantes relataram ter 20% mais orgasmos durante atividades solo em comparação com atividades sexuais com seus parceiros.
O estudo também encontrou três fatores-chave que explicam a relação entre interocepção e o clímax feminino. O primeiro é que as mulheres que estavam cientes de suas sensações corporais tiveram orgasmos mais frequentes em situações solo e em parceria.

Fotos: Reprodução
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Em segundo lugar, que aquelas com capacidade de se concentrar em sensações corporais apesar das distrações tiveram orgasmos mais frequentes e satisfatórios, e em terceiro, que as participantes que se sentiram seguras e confortáveis ??em seus corpos relataram maior satisfação com o orgasmo.
Fonte: Metrópoles