Zelensky não deixou claro sobre o que o acordo se trata, mas disse esperar que ele agregue “valor” às relações entre EUA e Ucrânia
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, revelou que negociadores ucranianos e norte-americanos estão preparando um rascunho de um acordo entre os dois países. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (21/2), em meio à críticas e pressão por parte de Donald Trump.
Apesar dos avanços das negociações de paz entre Rússia e Ucrânia, as discussões têm gerado polêmicas entre Washington e Kiev. Zelensky tem acusado Trump e Putin de não incluir a Ucrânia, de forma plena, nas negociações.
Isso fez com que Trump iniciasse uma série de ataques e declarações polêmicas contra Zelensky. “Hoje, equipes ucranianos e norte-americanas estão trabalhando em um rascunho de acordo entre nossos governos”, disse Zelensky em uma publicação no X. “Este acordo pode agregar valor às nossas relações – o que mais importa é acertar os detalhes para garantir que ele realmente funcione. Espero resultados justos”.
Veja também

Trump diz que Apple vai transferir produção do México para os EUA
Grimes usa X para pedir atenção de Elon Musk a doença de filho deles
Zelensky não deixou claro sobre o que o possível acordo se tratava. Dias antes, contudo, o presidente da Ucrânia recusou uma proposta de Trump, que pedia recursos minerais ucranianos em troca do apoio de Washington à Kiev.
Apesar da sinalização de que as conversas com o governo dos EUA estão avançando, o presidente da Ucrânia voltou a ser alvo de críticas por parte do seu homólogo norte-americano.
Depois de questionar a legitimidade do mandato de Zelensky e chamar o líder ucraniano de “ditador”, Trump desdenhou da participação do presidente da Ucrânia nas discussões de paz.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
“Não acho que seja muito importante que ele [Zelensky] esteja nas reuniões”, disse o presidente dos EUA em entrevista à Fox Radio. “Ele está lá há três anos. Ele faz com que seja muito difícil de fechar acordos”.
Fonte: Metrópoles